6 de outubro de 2015

A Cruz



A cruz que carregamos tem o peso de nossas imperfeições.

A parte mais pesada é a dos ressentimentos.


A medida que as imperfeições se desfazem, substituídas pelo esclarecimento espiritual, 
a cruz vai perdendo o seu peso. Torna-se leve, muito leve e transforma-se em asas.

Quando a cruz perde o peso pela purificação do ego, torna-se apenas simbólica e transforma-se em luz, iluminando os caminhos da Eternidade.



Feliz daquele que se conscientizou de que ele próprio criou sua cruz e que ele mesmo 
terá de desfazê-la.


Mais feliz ainda é aquele que sabe que para desfazê-la terá de passar por um caminho estreito, apertando fortemente suas entranhas até sair a última gota de seu ego. Aí ele vislumbra o horizonte que terá de atingir, não buscando mais as coisas materiais e sim as Espirituais.

Aí começa a Verdadeira Vida!...

Carregue apenas a pequena cruz de cada dia.

Não continue carregando as cruzes do passado. Esqueça-se delas.

Descontraia-se em relação ao futuro, não carregue a cruz com antecedência. A cruz nos parece pesada demais porque mentalmente a carregamos de uma só vez.

Quem tem noção da Eternidade não sente a sua cruz.

Não carregue a cruz de seus entes queridos, para que eles também possam evoluir.

Não descarregue sua cruz nos outros, para que ela não volte mais pesada.

Ouve-se dizer: “Carregue a sua cruz com classe” - mas lembre-se: nem o próprio Jesus Cristo a carregou o tempo todo com a coluna reta e sem cair algumas vezes.

Mensagem extraída do livro: “O silêncio já é uma prece.”

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